Oficinas

Participe, venha fazer o Festival conosco!

As oficinas são gratuitas e as vagas por horário são limitadas e feitas por ordem de chegada.
Para participar procure a área das oficinas no Expominas e inscreva-se dez minutos antes de cada atividade!

Horários:
Dia 23, Sexta-feira  das 15h às 21h
Dia 24, Sábado 11h às 13h e 14h às 20h30
Dia 25, Domingo • 11h às 13h e 14h às 16h

Confira abaixo as modalidades da 7ª edição do Festival e programe-se para participar com a gente!

Taiko

O Taiko é um instrumento de percussão da cultura japonesa que existe há mais de 2000 anos e que pode ser tocado individualmente ou em conjunto. No caso de uma apresentação em conjunto, pode-se fazer o uso de diferentes tipos de taiko, que variam no tamanho, formato, som emitido, maneira de tocar e afinar. Pode-se complementar a apresentação com instrumentos de sopro ou de corda.

A arte do Taiko não se resume a simplesmente bater tambores, mas sim a incorporar e expressar sentimentos, além de praticar valores morais e sociais em busca de um constante aperfeiçoamento do ser.

Instrutores
Raiki Daiko da AMCNB (MG)
Hikari Daiko (DF)
Ryukyu Koku Matsuri Daiko (DF)

Sumi-ê

Sumi significa tinta preta e ê significa pintura, desenho. São pinturas singelas, temas da natureza e do cotidiano, sem perspectiva, num figurativo simplista e delicado, que carregam em seus traços, aparentemente despojados e simplórios, algo que transcende ao mero figurativo, à representação de objetos, seres e conceitos retirados da Natureza e interpretados pelo homem. Sua característica está na rapidez em que é realizada, não permitindo reflexão, correção ou repetição, devendo o artista fluir em sua inspiração natural. Os princípios estéticos e filosóficos da pintura Sumi-ê são: assimetria, singeleza, naturalidade, profundidade, desapego, quietude e serenidade interior.

Uma aula é muito mais que o exercício de uma técnica artística: “É um caminho espiritual para o equilíbrio e a paz interior”.

Instrutora
Suely Shiba Iakowsky

Iniciou na arte do Sumiê em 1995, com a professora Rita Bohn (que foi aluna do introdutor do Sumiê no Brasil, Massao Okinaka). Frequentou o Curso de Desenho à mão livre Atelier Tottori SP e o Curso da mestre Sassagawa Shunsou – Niigata – Japão (realizado em outubro/ 2011 em São Paulo). Produziu ilustrações para o livro “Lendas japonesas trazidas pelas cerejeiras” com Cristina Sato, ilustrações exclusivas pela Ed. Salesianas e diversas outras obras no Brasil e no exterior. Participou com suas ilustrações para a novela Metamorphoses, campanha publicitária do Santander e filme de curta-metragem Tori. Fez diversas Exposições e Demonstrações, além de ministrar oficinas para a ONG Gilberto Dimenstein, em várias Unidades do SESC, Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera, Banco Central do Brasil, Serasa, Espaço Domini, Banco Real, Espaço Kabuki, todos em São Paulo.  Exposição e Oficinas em eventos de divulgação da cultura japonesa: Embu das Artes, Festival do Japão a partir da 7ª até a 15ª edição (2012), Bunka Matsuri -Liberdade-SP, São Roque Matsuri , Tanabata Matsuri – Liberdade -SP, Universo da Aquarela-Liberdade-SP, Semana Cultural Japonesa (Florianópolis-SC), Centro Zen, Athelier Nathalie, Japan Centrun, Festival Asianimé – Liège e  Zoutlew Bélgica  2009 e 2010.

Mangá

Atividade com objetivo de ressaltar e praticar alguns dos pontos fortes do traço no estilo oriental, mostrando as etapas que um desenho passa até chegar em seu resultado final. Trabalhar o esboço de estrutura básica e após adicionar detalhes anatômicos ao desenho, com as característica e personalidade do traço mangá.

O estilo que determina os quadrinhos japoneses se define principalmente pela expressividade de seus personagens, que ganham um detalhamento maior no desenho dos olhos ao mesmo tempo em que se simplifica outros detalhes com menor expressão. A dinâmica na arte também é priorizada, o que dá uma movimentação vívida mesmo se tratando de ilustrações estáticas. A poesia sutil e os contrastes sempre presentes na cultura japonesa também fazem parte do mangá, tornando-o um estilo único e bastante apreciado no mundo todo.

Instrutor
Ricardo Yoshio Okama Tokumoto

Ricardo Yoshio Okama Tokumoto, ou Ryot, nasceu em 1986 na cidade de Limeira, interior de São Paulo. Mudou-se pra Belo Horizonte em 2006 e cursou a faculdade de Belas Artes na UFMG, com bacharelado em Cinema de Animação. É responsável pelo site ryotiras.com , além de fazer quadrinhos pra revista MAD e outras publicações esporádicas. Em parceria com Daniel Bretas, venceu o concurso Brazil Mangá Awards pela editora JBC, tendo sua história STARMIND pulbicada no primeiro volume da Henshin Mangá. Com o sucesso do projeto, Starmind agora está tendo continuidade pela editora Draco.

Kirigami

A arte Kirigami pode ser definida basicamente como a arte de recortar papéis. Desde a antiguidade, dobrar e cortar papéis como forma de arte e passatempo estão presentes na cultura japonesa. Kiru, em japonês, significa “corte” e kami (leitura: gami), papel.  Esta “arte de recortar papéis”, com o complemento de pequenas dobras (origami=dobradura de papel), fez surgir uma nova apresentação artística muito utilizada sob a forma de cartões tridimensionais, onde os recortes do kirigami são ressaltados com as dobras do origami, dando tridimensionalidade e valor às peças.

É interpretada como um Kirigami Tridimensional porque ocorre a transformação do papel da forma bidimensional para o tridimensional. As figuras parecem “saltar do papel” como num passe de mágica. São montados a partir de cortes, dobras e encaixes de papel, mantendo a originalidade de um trabalho artesanal que exige muita precisão e capricho. É possível confeccionarmos cartões comemorativos, convites de casamento, de aniversário, materiais promocionais como calendários e brindes, catálogos, livros infantis, peças decorativas e o que a criatividade nos permitir!

Instrutora
Mirian Naomi Uezu

Naomi Uezu é formada em Publicidade e Propaganda, com especialização em Design Visual, realizada no Japão. Ministra cursos de kirigami em associações, escolas e em várias entidades, cursos na Aliança Cultural Brasil Japão, na Faculdade de Belas Artes de São Paulo e no Atelier Naomi Uezu. Participa de demonstrações e oficinas em diversos eventos, tais como na Bienal do Livro de São Paulo, na Fundação Japão e no Festival do Japão em Minas, desde a primeira edição.

Origami

ORIGAMI SHIORI NINGYO 折紙しおり人形
MARCADOR DE PÁGINA DE “ORIGAMI” DE BONECAS JAPONESAS

O que significa ORIGAMI 折紙? 折ORI do verbo dobrar, e 紙 GAMI é papel. É a tradicional arte japonesa de dobrar papel criando quaisquer figuras e objetos com as dobras “geométricas” de papel. As figuras representadas no “Origami”, para os japoneses tem os seus respectivos significados, A mais importante imagem é de um TSURU=Grou. Simboliza Paz, Felicidade, Boa sorte. Hoje existe até o “Dia Internacional de Origami”. É dia 11 de novembro= Origami’s Days. Como também é a data em que foi oficialmente reconhecido o TSURU=GROU como símbolo da Paz. Neste Evento em Minas vamos testar um pouquinho desta arte milenar japonesa de dobradura de papel chamado ORIGAMI em um marcador de páginas com a figura japonesa “Origami Shiori Ningyo”.

Instrutora
Alice Tieko Saguti

Arte Oshiê, formada em 2003 pela Aliança Cultural Brasil Japão, com a Profª M. Iwashita. Em 1968 formou na língua japonesa pela Aliança Cultural Brasil Japão. Participa de Eventos e ministra oficinas de “Oshiê” e “washi kurumiê” desde 2005, como: em 2008 na Semana Cultural no Palácio de Convenções do Anhembi pelo Centenário da Imigração Japonesa; no Palácio de Verão do Governo do Estado de São Paulo; vários anos no Japan Experience pelos jovens do Bunkyo; 4º, 5º e 6º Festival do Japão em Minas; Bunkamatsuri; e muitos outros. Desta feita neste Evento 7º Festival do Japão em Minas apresentando “Shiori Ningyo de Origami”.  

Ikebana

Kadô- Ikebana, a arte dos arranjos florais: “Ka” significa flor e “do” é o caminho. Trata-se do caminho que se percorre para alcançar a perfeição espiritual, conquistada através da dedicação à arte. Em sua forma básica, o arranjo de Ikebana segue um padrão fixo: um triângulo cujos vértices representam céu, terra e homem. Em sua preparação, é dada ênfase à simplicidade, perfeição das linhas, harmonia das cores, espaço e forma. A arte originou-se, no Japão, do ato de oferecer flores nos altares budistas e busca evidenciar o ciclo da vida, que é a ordem do universo numa simples flor.

Instrutores
Lina Kawamura, Erisson Lima Junior, Dione Mieko Lima e Tokuko Kawamura

Em 1986, Lina Kawamura iniciou o curso de Ikebana Ikenobo no Instituto de Ikebana Ikenobo do Brasil. Em 1997 realizou o curso intensivo de um ano à convite do Grão-mestre Sen ei Ikenobo do Japão, em Kyoto. Já recebeu o Prêmio Tachibana Sho no Japão, sendo professora do Instituto de Ikebana Ikenobo do Brasil. Entre vários trabalhos, pode-se destacar a participação na exposição de 550 anos do Ikenobo do Japão, como representante do Brasil, em 2012, além da participação anual nas exposições do Instituto de Ikebana Ikenobo do Brasil e da Associação de Ikebana.

Pipamodelismo

Com forte presença cultural e muito populares em todos os cantos do mundo, as pipas são conhecidas, desde a sua origem, como uma brincadeira criativa e saudável, que colore os céus, fazendo a imaginação dançar ao sabor dos ventos. As pipas japonesas trazem algumas imagens com significados específicos, como atributos à vida longa (cegonha ou tartaruga), fortaleza (carpa), prosperidade (dragão), aprendizado (Sugawara, Deus do Aprendizado), boa sorte (Darumá, o anão feliz), assim como faces de demônio para talismã contra a maldade.

Instrutor
Ken Yamazato

Apaixonado por papagaios desde criança, professor Ken Yamazato é engenheiro mecânico e já foi dezenas de vezes premiado em campeonatos e festivais de papagaio. Entrou no o Guinness Book Brasil 98 ao empinar um “trem” de 242 pipas. Em 1999 chegou à marca de 3344 pipas empinadas em uma única linha. Incansável na difusão do pipamodelismo, participa, juntamente com sua equipe, de vários eventos festivos fazendo demonstração não somente de sua técnica, mas, principalmente, ensinando as crianças (e adultos!) a confeccionar e empinar as pipas.

Shodô - O Caminho da Caligrafia

Expressão artística e de elevação espiritual pelos caminhos do dô (sho significa “escrever” e dô significa “caminho”) que significa muito mais do que uma simples escrita. É uma arte profunda que nasce dos significados dos kanji (ideogramas), em busca da interação com os sentidos filosóficos da vivência humana, de forma artística e harmônica, revelando toda a subjetividade da estética japonesa. É produzida através da técnica e da habilidade no manejo do pincel.

Trata-se de um trajeto, um caminho, para se atingir o fim estético através dos kanji, cujo final é a consagração de uma arte-pintura.

Instrutor
Ritsuko Nishitani, Ikuko Yamamoto

Palestras e Workshops Diversidade da Culinária Japonesa

Palestras e Workshops sobre a Diversidade da Culinária Japonesa. Chefs e sommeliers participantes:

Shin Koike • Embaixador da Difusão da Culinária Japonesa
Yasmin Yonashiro • Sommelier certificada pela Sake Service Institute
Mary Sugimoto • Diretora de qualidade da ABGJ – Assoc. Bras. de Gastronomia Japonesa • Blog da Mary de Gastronomia
Miyuki Koizumi • Pós-graduada em Nutrição, Supervisora de Nutrição e Novos Negócios Hirota Foods
Caio Minami Yokota • Cozinheiro e Tecnólogo em Gastronomia e Ex-Bolsista JICA de Gastronomia

Inscrições no Espaço Gastronômico, durante a realização do 7º Festival do Japão em Minas.
Vagas Limitadas.

Quando?!

23 a 25 de fevereiro de 2018

Horários

Dia 23, Sexta-feira, das 14h às 22h
Dia 24, Sábado, das 10h às 22h
Dia 25, Domingo, das 10h às 19h

Onde?!

EXPOMINAS - Belo Horizonte
Av. Amazonas, 6200

Quanto?!

R$16,00 inteira
R$8,00 meia-entrada*
por dia de evento
Ingresso à venda no local
nos dias do evento

*conforme Lei Municipal nº 9.070/2005
e Lei Federal nº 12.933/2013

Obs: O estacionamento é operado pela BH Park. R$10/hora e R$32/diária. Valores do estacionamento podem sofrer alterações sem aviso prévio.